sábado, 16 de fevereiro de 2019

Resenha da peça Alice no país das maravilhas



Olá pessoal!
Hoje estou aqui para fazer a resenha sobre uma peça de teatro que vi recentemente: Alice no país das maravilhas!
Pessoalmente gosto muito do livro original e dos filmes, então criei uma enorme expectativa com a peça em si!

Foto: http://visao.sapo.pt/actualidade/visaose7e/ver/2018-12-28-Acertar-os-ponteiros-na-nova-versao-de-Alice-no-Pais-das-Maravilhas-no-Teatro-Nacional-Sao-Joao-no-Porto

Não vou me focar muito na história, pois tenho a certeza que quase todos vocês já leram o livro ou já assistiram aos filmes!

A peça me deixou bem satisfeita! Só de ter reparado que era fiel ao livro fiquei muito contente! Os atores estavam incríveis em seus papéis, acho que não podiam ter escolhido melhor! Amei a ideia do chapeleiro ser interpretado por uma mulher! Ela fez seu papel muito bem!
As piadas durante a peça eram quase iguais às do livro, isso também me deixou feliz, pois gosto muito do senso de humor presente no livro de Lewis Carol!  

Os diretores (Maria João Luís e Ricardo Neves-Neves) tiveram uma ideia fora da caixa! Para simular as quedas intermináveis ou os crescimentos repentinos de Alice colocaram um enorme espelho no palco, assim a atriz se deitava no chão enquanto as imagens eram refletidas! Achei essa ideia espetacular, pois foi um trabalho muito bem feito e deu certo, na maior parte das cenas!
Mas, como nada é perfeito, esse efeito acabou deixando algumas cenas um pouco confusas. Por exemplo: na parte em que ela está na casa da Duquesa, infelizmente o efeito do espelho não deu certo, pois ao se aproximar de uma das personagens ela acaba por “pisar” em cima do gato de Cheshire (Em sua imagem projetada no chão, refletida no espelho).

Houve uma coisa que me deixou um pouco decepcionada: O gato de Cheshire, um dos meus personagens favoritos, era apenas a animação projetada no espelho! Isso não me agradou muito! Eu preferia que ele fosse um personagem físico!

Gostei muito da peça, foi um verdadeiro espetáculo! Assistiria novamente com toda a certeza! Acho que é sempre bom rever um clássico como Alice no país das maravilhas, principalmente quando é maravilhosamente representado desta forma!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

A vaca que não gostava do pasto em atividade!

Hoje recebi as imagens da professora Teresa que trabalhou, com seus alunos, meu livro A vaca que não gostava do pasto na Escola Municipal Dalisia Doles, em Goiânia.
Após a leitura um lindo momento de atividade onde as crianças pintaram as vaquinhas de amarelo.
Confiram as fotos.
É muito emocionante saber que o livro que escrevi aos seis anos é tão bem aceito nas escolas!











sábado, 2 de fevereiro de 2019

Algumas dicas para quem quer escrever


Olá pessoal!
Hoje não farei uma resenha! Vou dar algumas dicas para quem quer escrever, mas tem dúvidas de “como fazer isso”.
Antes de tudo, precisam entender que não tem uma fórmula para a escrita! Claro que existem maneiras de deixar tudo mais fácil, mas não é nenhuma magia!


Eu, pessoalmente, nunca fui uma escritora muito organizada, mas desde que comecei a escrever minha primeira saga sou basicamente forçada a começar a organizar as ideias!
Para começar vou dar cinco dicas que, para mim, são as mais importantes para qualquer um que deseje escrever qualquer coisa:

1. Organizar as ideias em tópicos. 
Algo que me ajuda muito é colocar tudo o que quero no livro organizado em tópicos.
É uma maneira de não se esquecer de nada e conseguir organizar as ideias antes de colocá-las no papel e também pensar e repensar a história várias vezes, algo que ajuda muito!  

 2. Não se preocupem se a história não estiver como querem!
Às vezes, enquanto escrevemos, não gostamos muito do resultado do texto, mas isso é perfeitamente normal!
 Nem sempre tudo fica da maneira como você imaginou. Quando isso acontece você só precisa de um tempo para pensar e digerir melhor as ideias! Então não fique chateado se não está achando sua narrativa perfeita!

3. Faça releituras do seu próprio texto!
Outra coisa que me ajuda acima de tudo é reler o texto!
É uma maneira perfeita de não perder o contato com a história e se certificar que não tem erros de continuidades ou furos!

4. Converse com alguém sobre o que acabou de escrever.
Muitas vezes, pensamos que tudo no texto está explicado e bastante evidente, pois o autor sabe a história, os detalhes e a continuação, mas o leitor não sabe! Por isso, eu acho que falar sobre o texto é sempre bom porque você ouve uma opinião de alguém que não está totalmente ciente do que acontece e consegue ter ainda mais ideias e maneiras de elaborar a história!                           
Essa dica pode ser difícil para muita gente que não quer falar muito sobre seu texto com qualquer um, por isso, eu sugiro falarem com pessoas que sejam próximas e que vocês confiem bastante!

5. Leiam muito!
Evidentemente ninguém consegue escrever sem ler! Então a última dica, mas com certeza a mais importante de todas é a leitura! Ter uma rotina de escrita e de leitura é algo bastante necessário para conseguirem escrever com maior facilidade!

Essas foram as dicas de hoje! Espero que tenham gostado e que eu consiga ajudar de alguma forma!


sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Resenha do filme Trolls

Olá pessoal!
Hoje estou aqui para falar de um filme pouco atual (2016): Trolls, da DreamWorks! Decidi fazer essa resenha pois só hoje parei para assistir o filme do começo ao fim!


Dois reinos distantes de criaturas distintas, os Berguens e os Trolls.
Berguens são criaturas infelizes (pelo menos são descritos assim no filme), embora eu ache que a palavra possa ser trocada por deprimentes, depressivos, tristes de se ver ou dignos de pena. Eles pensam que a única forma de se tornarem felizes é comendo um Troll!
 Já os Trolls são criaturas felizes. E eu diria: Felizes até demais! Acho que eles exageraram quando decidiram o quesito de felicidade enquanto escreviam o roteiro.
Poppy é a personagem principal e princesa que lidera os Trolls, é a mais feliz de todas, ao contrário de Branch, o único Troll que não era completamente feliz, como os outros e por isso vivia isolado. É até um bom reflexo de grande parte da sociedade em que vivemos: nada diferente se encaixa.
Um dia eles são atacados por uma Berguen que captura grande parte dos amigos de Poppy. A princesa pede ajuda a Branch e os dois partem juntos, para resgatar os seus companheiros.
Como podem notar o enredo é bastante previsível! Vão encontrar os amigos, derrotar os vilões e o filme acaba com todos felizes novamente! E realmente é isso que acontece!
O filme não deixa de ser divertido, com personagens fofinhos e piadas, mas o melhor elemento presente no filme, com toda certeza são as músicas. Houve algumas adaptações de músicas “antigas” para o filme, algo que achei uma ideia bem interessante!
Infelizmente não pude deixar de ver muitos pontos negativos (além do enredo) enquanto assistia!
Um deles é a caracterização dos Berguens. São quase todos gordos, com dentes estragados e narizes enormes. Posso parecer chata, mas não acho que só por não serem “perfeitos” eles têm que ser os seres ruins, odiados e vilões da história! É raríssimo encontrar um filme onde os heróis tenham essa caracterização e os vilões sejam “perfeitos”!


O último ponto negativo é o pior de todos: o vilão morre no fim!
Embora a morte não fique explícita, é impossível que sendo jogada de cima de uma escadaria, de costas e presa em um caldeirão fervendo ela saia viva. A solução fraca desmoralizou totalmente o filme inteiro! Desde o início os Trolls lutam contra a morte! Mas no fim ninguém parece se importar com a morte de outra pessoa!   
Não acho que seja um filme incrível a ponto de indica-lo. Acho que quem ainda não viu não está perdendo muito!


sábado, 12 de janeiro de 2019

A Filha Da Primavera - Persia Woolley


Olá pessoal! Desta vez estou aqui para falar sobre um dos meus livros preferidos: A filha da Primavera, de Persia Wooley! 
Hoje não vou me focar tanto na história como costumo fazer, pois recentemente descobri que este livro faz parte de uma trilogia! Pretendo ler os outros dois e depois fazer uma resenha geral! Mas, para quem ainda não leu não ficar perdido, vou deixar uma coisa clara: o livro é sobre a ida de Guinevere ao encontro de Arthur Pendragon, seu noivo e Grande Rei da Bretanha. 
O que me motivou para fazer esta resenha foi a minha quarta releitura desse livro! Durante a leitura reparei que, mesmo já sabendo a história, eu consegui entender muitas coisas que não compreendia quando lia antes, por uma questão de maturidade. 
Durante o livro a autora inseriu vários flashbacks relacionados com a infância de Guinevere, algo que torna o leitor bastante próximo da personagem principal, o que eu adoro! Porém esse ponto positivo também trouxe o único ponto negativo, que é o fato dos flashbacks pararem de aparecer do meio para o fim do livro! Entendo que deve ser difícil escrever sempre uma lembrança relacionada com todos os momentos de uma personagem, mas fiquei um pouco decepcionada com a falta de memórias no fim… Embora também possa significar amadurecimento da personagem, o que seria uma vantagem! Algo que adoro é todo o trabalho de pesquisa detalhada da autora! Persia Wooley conseguiu trazer o universo celta com inúmeros detalhes, crenças, rituais e fatos totalmente novos para mim, algo que vai me ajudar muito na minha própria escrita. 
Também consegue transportar os leitores diretamente para a história, prendendo totalmente a nossa atenção!
Mais um aspecto positivo deste livro é a construção totalmente realista dos personagens, o que nos faz relacionar as nossas próprias qualidades e nossos próprios defeitos durante a leitura e nos aproximar ainda mais dos personagens! 
Mesmo com as barreiras de um casamento arranjado a autora conseguiu fazer cenas de romance mais do que envolventes entre Guinevere e Arthur! Ficamos totalmente apaixonados pelo casal quando lemos sobre seus encontros! 
Esse é, com certeza, um dos melhores livros que eu já li! Tenho certeza que será um livro que me acompanhará para o resto da vida!

Outro detalhe: como esse livro é do Clube dos Livros e é dos anos oitenta, você provavelmente só vai encontrá-lo em sebos. 



Autor: Persia Woolley

Sinopse: Através dos olhos da rainha Guinevere, uma mulher de humor aguçado e espírito indomável, a autora nos proporciona um exame profundo do conturbado coração humano e nos delicia com as aventuras e paixões dos Cavaleiros da Távola Redonda

Encadernação: Brochura Capa Dura
ISBN: 85-332-0327-6
Editora: Circulo do Livro
Páginas: 447 páginas
Peso: 548 gramas
Dimensão: 13,4 x 21,0 x 2,5 cm


sábado, 5 de janeiro de 2019

Resenha La Famille Bélier


Olá pessoal!
Hoje estou aqui para falar de um filme muito emocionante: A família Bélier (La famille Bélier). O filme é um musical francês! Ainda mais porque este é o primeiro filme francês que eu assisti na minha vida!


A personagem principal do filme é Paula Bélier, filha de pais surdos, a única na sua família que ouve e consegue falar!
Ela vive com os pais e o irmão mais novo em uma fazenda, no interior da França, onde produzem o queijo que vendem todas as semanas na feira.
Para ela é complicado e ao mesmo tempo divertido viver no meio dessa família, pois tem que estar presente quase o tempo todo, desde as vendas na feira as consultas médicas dos pais!
Na escola, Paula começou a participar de uma aula de canto e  saiu-se extremamente bem e o professor decidiu treina-la para um dueto com Gabriel, seu colega de turma. Ele indicou uma audição que poderia mudar a sua vida.



O desafio era ser selecionada para entrar em uma escola de canto, em Paris. O único problema: Seus pais não conseguiriam mais fazer quase nada sem ela, por isso manteve segredo por bastante tempo…
Quando resolveu contar, os pais ficaram bem chateados, principalmente a sua mãe. Não queriam a filha longe deles, pois já estavam acostumados com uma vida em que Paula resolvia quase todos os problemas de comunicação da família!
Vou parar por aqui, pois não quero dar nenhum spoiler!
Fiquei apaixonada por esse filme e suas músicas mas, acima de tudo, pela atriz e cantora que fez o papel principal, Louane!
Algo que gostei muito nesse filme foi o fato de representar bastante o amor dentro de uma família!

Eu indico fortemente este filme! A Família Bélier pode vir a ser uma boa ajuda para alguém que queira aprender francês! 
Beijinhos da Nina Krivochein! <3 



Título original: La famille Bélier

De: Éric Lartigau

Género: Comédia Dramática

Classificação: M/12

Outros dados: BEL/FRA, 2014, Cores, 106 min.




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