segunda-feira, 7 de maio de 2012

Leitura do dia: "Pollyanna", de Eleanor H. Porter



O livro que eu li agora, ou melhor terminei de ler hoje,  chama-se Pollyanna. Eu achei que ele é o melhor livro que eu já li!
Ele é uma história de amor e ao mesmo tempo consegue ser uma história de criança.
Uma coisa muito engraçada é que Pollyana conta tudo a todo mundo. Quando dizem “Não conte isso à sua tia” ela faz ao contrário, ela conta!
Pollyanna é uma garota de onze anos, que foi morar na casa de sua tia porque sua mãe, seus irmãos e seu  pai morreram. 
Miss Polly, sua tia, era uma mulher totalmente metida, ela dizia “não” para tudo, mas Pollyanna entendia como sim.
Polyanna jogava um jogo que seu pai inventou que se chamava o Jogo do Contente. Que era um jogo onde tinha de achar um motivo para ficar contente com tudo de ruim que acontecesse com a pessoa.
Esse jogo começou quando ela ganhou um par de muletinhas pequenas da Sociedade Beneficente ao invés de uma boneca. Seu pai lhe disse que ela devia ficar “contente” de não ter que usar as muletas. Eu ainda não entendi isso direito, mas acho que Pollyanna entendeu.
Ela ensinou à cidade inteira a jogar o jogo do contente e as pessoas que jogavam começavam a mudar para melhor.
Eu gostei da parte que a Pollyanna leva geléia para Mrs. Snow, uma senhora inválida que é muito ingrata. Quando alguém leva geléia, ela quer outra coisa, como galinha por exemplo. E Pollyanna ensinou o jogo para ela. Então ela começou a gostar do que ganhava.
Aprendi muitas  palavras novas com esse livro, por exemplo “súbito“, que significa de repente e “rubra“, que quer dizer vermelha, corada.
E aprendi também a buscar motivos para ficar contente com as coisas. (Nina Krivochein)


Sinopse:
Pollyanna é um clássico da literatura infantojuvenil. É uma história sobre o amor, a amizade e, sobretudo, sobre o surpreendente poder de transformação que os jovens e as crianças podem ter, sem se dar conta. A garotinha irreverente, atrevida, curiosa e, sobretudo, imbatível otimista tornou-se um marco na galeria de protagonistas que se eternizaram na história da literatura. Com sua visão peculiar da vida e seu famoso "Jogo do Contente", Pollyanna transmite preciosas lições de coragem, perseverança e bom humor e por isso conquistou e continua conquistando o coração dos leitores.

Traduzido em muitas línguas, nunca mais parou de ser lido. Levado às telas pela primeira vez em 1920, foi refilmado muitas vezes, inclusive pelos estúdios Disney. No Brasil, a primeira edição é de 1934, em primorosa tradução de Monteiro Lobato.

Autores: Eleanor H. PorterIlustrações de Sabrina Eras
ISBN: 9788504017458 



sexta-feira, 20 de abril de 2012

Espelho, espelho meu...


O filme Espelho, Espelho Meu, é sobre uma menina chamada Branca de Neve. Ela tem os cabelos escuros e a pele branca como a neve.
A história da Branca de Neve deste filme, não é exatamente como a história normal, que nós já conhecemos. Eles pegaram a história da Branca de Neve e modificaram várias coisas. O filme ficou muito mais legal!
Algumas partes são bem engraçadas, outras nem tanto. Eu não gostei porque a Rainha tratava o seu assistente muito mal!


Os sete anões usavam uma perna de pau bem diferente para parecerem mais altos e assim assaltarem as pessoas do reino.
O príncipe é muito bonito e divertido, eu adorei a parte que ele fica igual a um cachorrinho.
A parte que eu mais gostei no filme foi esta, em que o príncipe vira um cachorrinho, e também a que o assistente da Rainha vira uma barata e fica esperneando no chão. É muito engraçado!
O filme é divertido e diferente e eu indico! (Nina Krivochein)


Sinopse:
Era uma vez uma bela princesa chamada Branca de Neve (Lily Collins). Tudo ia bem até sua madrasta, a Rainha Má (Julia Roberts), assumir o controle do Reino Encantado. A Rainha Má precisa casar com o rico Príncipe (Armie Hammer) para salvar seu reino que está indo à falência. Mas o Príncipe está apaixonado por Branca de Neve e, para conquistá-lo, a Rainha expulsa Branca de Neve para a floresta, onde ela terá a ajuda de divertidos anões para lutar e reconquistar seu trono, além de recuperar o amor de sua vida. 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Leitura do dia: "Querido Diário Otário: Pois é, acho que eu tenho superpoderes", Jim Benton

O livro conta as histórias de um menina chamada Jamie Kelly.
O livro na verdade é uma espécie de diário.Nesse diário, ela, a Jamie, conta histórias sobre o Jake, o Fedido, o pai da Fedidita, e também conta sobre quando ela ganhou um coala no arremesso de bolinhas.
A Jamie achava que tinha superpoderes porque ela entendia os meninos, e é claro, as meninas.
Este livro é tão engraçado que eu rio até dormindo pensando nele!
A parte que eu mais gostei é a que a angelina fica com o dedo no nariz!
(Nina Krivochein)


Sinopse:
Será que é possível que os meninos, assim como as formigas, também tenham sentimentos? Todos estão falando sobre a Feira da Diversão e parece que alguns meninos estão convidando algumas meninas para encontrá-los lá. Os meninos vão tentar ganhar um presente para dar para as meninas, porque homens se esforçam mais para ganhar presentes para as meninas do que para eles mesmos. Neste livro, o leitor poderá dar uma espiadinha no diário de Jamie Kelly, no qual ela sempre jura que tudo que ela escreve é verdade ou, pelo menos, ela acha que é.

ISBN: 8539502852
ISBN-13: 9788539502851
Idioma: português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 23 x 15,8 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 160

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