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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Itaú Social: Leia para uma criança


Este ano os livros da coleção Itaú Social, Leia para uma criança, fizeram a festa aqui em casa! Amo esses livros e não só leio assim que chegam, como também leio para os meus primos. Todo ano minha mãe pede os livros para mim e eles sempre chegam!
Este ano eles me enviaram dois livros: Papai!, de Philippe Corentin, um livro da Editora Cosac Naify e Gato pra cá, rato pra lá, de Sylvia Orthof, publicado pela Editora Rovelle.
Hoje farei a resenha do que mais me chamou a atenção, Papai!, de Philippe Corentin.  E a outra irei resenhar na semana que vem.

Esse livro começa com um garotinho que adormeceu e acordou com um monstrinho ao seu lado e gritou:
  • Papai!!!!!! Tem um monstro na minha cama!”
O garotinho ficou tão apavorado que o pai do monstrinho chegou a levá-lo para sua mãe que disse:
  • Sabe por que você teve esse pesadelo? Foi porque você comeu muita torta de pata de barata! Agora vá dormir!
Logo depois o monstrinho acordou com um grito:
  • Papai!!!!! Tem um monstro na minha cama!”
E desta vez é o pai do menininho que faz o mesmo que o pai do monstrinho, mas ele não comeu torta de barata né? E sim torta de maçã! Imagina só um mísero mortal comer uma torta de barata, louco né?
Infelizmente, o final não vou contar, mas tem um jeito fácil de ler essa história, é só acessar o site do Itaú Social, preencher o cadastro e pronto! É só esperar que você vai receber na sua casa os dois livrinhos!
Eu mega indico para quem vê vultos no escuro e para você que também, tem monstros em sua cama!!
Curiosidades:
  • O livro é uma espécie de espelho, ou seja, duas visões diferentes da mesma história!
  • As ilustrações são maravilhosas, parabéns ao ilustrador!!
  • Esse livro magnifico fala indiretamente, sobre preconceitos.
O que mais gostei:
  • Que o livro retrata algo muito normal que é; nos assustarmos com as diferenças, e o melhor; nos faz perceber que não são monstruosas!
#issomudaomundo
Sinopse: Uma história antes de dormir para pegar no sono. Mas no meio da noite: “Pai! Tem um monstro na minha cama!”. Afinal, quando começa o sonho e quando despertamos? Brincando com o ponto de vista do narrador, Philippe Corentin mostra neste livro que o outro talvez não seja tão diferente assim. Papai! adentra o imaginário infantil para incitar as crianças a rirem dos próprios medos. E qual é a criança que não sente medo da noite, do escuro e de pesadelos? Uma prova de que é possível lidar com os temores infantis com leveza e bom-humor. Para ler antes de dormir.
Autor: Philipe Corentin
Ilustração: Philippe Corentin
Tradução: Cássia Raquel da Silveira

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Leitura do dia especial FNLIJ: Formigas, de Mario Alex Rosa

Oi pessoal!
Hoje vou fazer a resenha do último livro da série especial FNLIJ.
O livro "Formigas" parece mais um poema. Ou melhor, é um poema dentro de um livro que fala sobre as formigas e o caminho que elas fazem em seu dia a dia. Ou seja, andar, andar e andar. Só que um dia o garoto colocou o seu dedinho no caminho das formigas e elas ficaram desesperadas e desorientadas.
Curiosidades:
- Esse livro não é igual aos livros que todos leem. 

- "Formigas" abre como se fosse um acordeon. Ele me deixa toda confusa depois para fechar!

- Nessa história tem como você continuar o caminho das formigas: é só recortar e colar em outra folha.

- Dá para fazer um monte de coisas nele: desenhar, colorir e "reilustrar".



O que mais gostei:
- Ele não é igual aos outros livros que conhecemos; é um livro diferente e coisas diferentes geralmente, são mais criativas!!

- Ele põe meia frase a cada passo que as formigas dão. E são todas rimadas.

O que eu não gostei:
- Esse livro não tem nada para desgostar!
Eu recomendo:
- Recomendo para quem adora poemas e formigas!
Sinopse:


Formigas é uma brincadeira poética e imagética do poeta Mário Alex e da ilustradora Lílian Teixeira. A obra recebe da Cosac Naify um projeto gráfico inovador que incorpora a graça do poema, que descreve, de maneira despojada, o trajeto das formiguinhas enfileiradas, tão disciplinadas, que seguem “não sei para onde”. Quando aparece um menino para selar o destino das formigas com seu dedão, é toda uma desatenção. Rimado, o despretensioso poema de Mário Alex é transformado em um inventivo experimento gráfico. As páginas do livro se conectam umas as outras como uma sanfona, a dobra das folhas se apresentando como obstáculos no caminho das formigas. Pequeno e elegante, é o perfeito livro-presente.


Autor: Mário Alex Rosa
Ilustração: Lílian Teixeira
Quarta capa: Angela-Lago
Idioma: Português

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Lendo nas férias! Leitura do dia: Gaspar no hospital, de Anne Gutman

O livro conta a história de Gaspar no hospital.
Nas férias Gaspar levou os cães dos vizinhos para passear e o dinheiro que ele ganhou deu para comprar um chaveiro que era o mais bonito da loja!
Ele mostrou para todos os colegas da classe, mas ficou com medo que roubassem o chaveiro, e escondeu o chaveiro na boca.
Mas aconteceu que ele engoliu o chaveiro e logo mandaram Gaspar para o hospital.
Lá no hospital tiraram o raio X e aí souberam que tinha engolido o seu chaveiro de carro de corrida.
Eles falaram que iriam operar o Gaspar e pediram para que contasse até dez, mas no três ele dormiu e sonhou que estava pilotando um carro de corrida gigante!
Quando acordou não tinha sentido nada, mesmo e já era noite. Os pais foram visitá-lo no hospital e levaram um grande presente: era um carro de corrida bem grande! Assim ele não engoliria mais.

A parte que eu mais gostei foi quando o Gaspar ganhou o carro de corrida grande, porque assim ele não iria mais engolir e nem parar no hospital de novo!

Curiosidades:
  • O Gaspar deve ter ganhado pouco dinheiro passeando com os cães, porque ele só conseguiu comprar um chaveiro!
  • Ele ficou em uma cama muito grande para o tamanho dele!
  • Dois cães eram maiores do que ele.
  • Quando o cão fez cocô, o Gaspar não catou. Não podemos deixar cocô na calçada!

Coisas que aprendi:
  • Nunca devemos colocar coisas pequenas na boca.
  • A palavra catástrofe que quer dizer um grande acidente ou quando acontece uma coisa muito ruim!

Indico esse livro para crianças que botam qualquer coisa na boca.


Com a delicadeza e a sensibilidade que marcam os livros da série, os autores abordam o medo que as crianças sentem de ir ao médico. Gaspar engole um chaveiro, e precisa fazer uma operação para retirá-lo da barriga. Apesar de seu medo, tudo dá certo, e ainda por cima ele recebe uma bela surpresa. Quer ver o que ele ganhou? Leia este livro!

Editora: Cosac Naify




terça-feira, 21 de agosto de 2012

Leitura do dia: Vovô, de John Burningham

Hoje eu vou falar sobre o livro mais diferente que já li.
Ele conta a história da amizade entre o vovô e a netinha. 
Na verdade ele não conta uma história como os “outros” livros. 
Ele não conta assim: Era uma vez um vovô que um dia recebeu sua netinha... Não! Esse livro não é assim!
Ao invés de narrar a história, ele só escreve as conversas entre o vovô e a netinha.
E no diálogo e nas ilustrações nós já vamos imaginando a história começando com a neta que chega na casa do vovô. Depois eles vão plantar sementinhas, brincar juntos de comidinha e até brigam. Eles também vão à praia, brincam na neve e pescam. 
No fim, o vovô fica doente e não pode sair para brincar e quando vai para o hospital a netinha fica super triste se lembrando de quando eles brincavam.

Curiosidades: 
- A parte que eu mais gostei foi a que eles brincam de comidinha, porque ela é muito fofinha fazendo “sorvete” de morango.
- Eu acho que o tio John Burningham virou vovô e escreveu esse livro.
- As páginas têm ilustrações coloridas e em preto e branco. A parte colorida é a história e a parte em preto e branco são as lembranças do vovô. 

Eu não entendi muito esse livro, mas a minha mãe me falou que ele é igual a um poema, não precisa entender.
Beijinhos da Nina Krivochein

Sinopse:
Neste livro, John Burningham aborda a relação afetiva entre uma menina e seu avô. Juntos, eles compartilham momentos preciosos: plantam mudas no jardim, brincam de boneca, tomam sorvete de mentirinha, constroem castelos de areia, esquiam na neve... Os diálogos entre os dois, aparentemente desconexos, convidam o leitor a interpretá-los com cumplicidade. As ilustrações coloridas retratam a realidade das brincadeiras, enquanto os desenhos a traço guardam imaginação e memórias. Uma obra sensível, sobre infância, afeto e perda. 

Autor e ilustrador : John Burningham
Tradução: Claudio Alves Marcondes
Quarta capa: Sophie Van der Linden
Idioma: Português


Para comprar clique AQUI!


Nota da “mamãe escriba”
“Gostaria de relembrar que as resenhas da Nina são, fielmente transcritas por mim sem quaisquer modificações na estrutura das frases, muitas delas, claramente, produto da fala de uma criança de oito anos, em processo de aquisição da “fala culta”, mas livremente, “reiventando” seu idioma para adequá-lo, de forma espontânea a seu mundo particular, a seu rico imaginário infantil.”
Joana Cabral, ficcionista

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Leitura do dia: "O Gato e o Diabo", de James Joyce

Oi pessoal, hoje eu li outro livro da Editora Cosac Naify.

Ele conta a história sobre um menino que recebeu uma carta de seu avô, onde explicava a história da cidade de Beaugency.



Dias antes de chegar a carta, o menino ganhou um gatinho recheado de bombons de seu avô, é sobre o Diabo e o gato que o avô conta a história. Por isso o título do livro é O Gato e o Diabo.


A carta dizia assim: há muito, muito tempo, a cidade de Beaugency tinha um rio enorme chamado Loire, mas naquela época não havia uma ponte para atravessar de um lado para o outro porque os habitantes estavam sem dinheiro para construir a ponte, nem para pagar alguém para fazer a ponte para eles.



Então, o Diabo que vivia lendo o jornal, resolveu ajudar! Depois ele conversou com o prefeito da cidade e propôs construir uma ponte para eles. E o prefeito perguntou quanto iria custar o trabalho e o Diabo disse que não custaria dinheiro algum. Mas em troca a primeira pessoa que passasse na ponte seria do Diabo!
O Prefeito concordou, e o Diabo construiu a ponte em uma noite! 

No dia seguinte, todos ficaram admirados com a ponte. Mas niguém se atraveu a atravessar a ponte porque eles estavam com medo do Diabo, como até você ficaria! 

O Prefeito chegou com um gato debaixo do braço e no outro braço segurava um balde cheio d'água, então ele botou o gato no meio da ponte e jogou água em cima dele. O Gato não pensou duas vezes, foi correndo para os braços do Diabo.
Então o Diabo agarrou o gato ficou, cuidando dele e disse para o povo que eles não eram gente boa, que não passavam de gatos de telhado, ou seja, vira-latas. 
A parte que eu mais gostei foi a que o gatinho vai embora com o Diabo, porque é muito fofo o Diabo ser amigo de um gato. 
As ilustrações são lindas e com bastante detalhe. 

Tem uma página que é bem engraçada; é a parte em que o Diabo e o gato vão embora e fica aparecendo o rabo dos dois.



Algumas curiosidades:



A tia que fez a tradução do livro, Lygia Bojunga, é uma escritora de livros infantis bem conhecida. Eu tenho o livro “Os Colegas” que ela escreveu há muito tempo!

O meu pai disse que o tio que escreveu a história, James Joyce, é um escritor bem famoso. Ele escreveu um livro chamado Ulisses, bem grosso que passa todinho num dia só! 
Outra coisa legal neste livro é que tem um monte de palavras em francês, mas a gente encontra a tradução! É legal porque aprendemos algumas palavras em outra língua. 

Eu recomendo muito esse livro porque o Diabo não é mau como nas outras histórias, porque nessa história o Diabo não é nada mau, ele é do bem!
Beijinhos da Nina Krivochein!

Autor: James Joyce
Ilustração: Lelis
Tradução: Lygia Bojunga
Idioma: Português
Coleção: Dedinho de Prosa

Sinopse:

Para comemorar os dez anos da coleção Dedinho de Prosa, a Cosac Naify presenteia os leitores com uma obra pouco conhecida do inventivo autor de Ulysses (1922) – O gato e o Diabo, carta que James Joyce escreveu em 1936 para o seu neto Stephen, na época com quatro anos. O texto só foi tornado público cerca de vinte anos depois e sua repercussão foi tamanha que chegou a ser traduzido para mais de dez idiomas. Esta edição caprichada conta com tradução inédita da premiada autora infantil Lygia Bojunga e aquarelas do cartunista mineiro Lelis. O livro chega às lojas no Bloomsday, em 16 de junho, data em que o mundo todo celebra a obra de James Joyce.

Inspirado em um conto bastante popular francês que, supõe-se, Joyce tenha ouvido durante seu exílio naquele país, o livro narra a divertida história de um diabo interesseiro que constrói uma ponte na pequena cidade francesa de Beaugency, numa barganha com o prefeito, em troca da alma do primeiro a atravessá-la. Mas, no fim das contas, ele acaba caindo na própria armadilha. Com final surpreendente, o texto joga com a inversão de papéis entre o bem e do mal – o Diabo de Joyce é ingênuo e inofensivo, e confunde-se com a figura do própria autor através do traço do quadrinista Lelis. 

Saiba mais sobre o livro no site da Editora Cosac Naif

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Leitura do dia; "Cric crec pi ploft", de Kitty Crowther


Oi, pessoal! Acabei de ganhar três livros da editora Cosac-Naify! Um deles é "Cric Crec Pi Ploft!", de Kitty Crowther, outro deles é 
"O Gato e o Diabo", de James Joyce, o famoso escritor e o terceiro é, "Vovô", de John Burningham! Eu amei as ilustrações dos três!
A tia Flavia Osti, da editora, foi quem mandou pra mim, pelo correio. 
O primeiro que vou fazer resenha é "Cric Crec Pi Ploft"!
 
O livro conta a história sobre Jerônimo, um sapinho filhote que tinha medo da noite. Na hora de ir para a cama, ele verificava se a porta estava bem fechada e sua mãe chamava para dormir. 
Ele escovava a bocona, lavava o rosto e as mãos, vestia o pijama que sua mãe abotoava e sua mãe dizia:
- O último pipi e já vamos dormir!
Então sua mãe levou Jerônimo para o quarto e seu pai leu uma história para ele. Seu pai lhe dá um beijo e chama  a mãe de Jerônimo para dar seu beijo de boa noite.
Então ele pede mais um abraço para a mamãe, um beijinho e mais um abraço!
E sua mãe responde:
- Você está exagerando, minha bolinha verde!
E sua mãe bota Jerônimo na caminha. Jerônimo fica com medo dos barulhos da noite. 

Imagina um peixe com chifres de touro. Um esqueleto de sapo e uma serpente de plumas.
Ele fica com medo e vai até a cama de seus pais. Então diz para o pai que  está ouvindo, cric, crec, pi ploft, debaixo da  cama. Seu pai diz que são os  barulhos da madrugada. 
E bota Jerônimo de volta em sua caminha. Jerônimo vai de novo à cama de seu pai. Mas seu pai o coloca de novo em sua caminha. Então, Jerônimo vai, de novo, ao quarto de seus pais e ao invés de chamar o pai, chama a mãe.
- Mamãe! Estou com muito medo!
Sua mãe acomoda o sapinho no meio dela e de seu pai.
E Jerônimo dorme rapidamente. Mas seu pai não conseguiu dormir com o sapinho se mexendo sem parar!
Bom, pessoal, a conversa está ótima, mas não posso contar o livro inteiro... Tem uma surpresa bem legal no final!

A parte que eu mais gostei do livro foi quando o sapinho fica dormindo com a mamãe, porque é muito fofo!
Eu também adorei as ilustrações e procurei muito, com a minha mãe, o nome do ilustrador e não encontrei em lugar nenhum do livro, mas depois descobri, no site da editora que as ilustrações são da Kitty, que é a autora do livro!

Este livro tem algumas curiosidades bem legais:

* O chãozinho da  casa deles é todo de água!
* O papai sapo troca de pijama no meio da noite. Eu notei isso porque em uma imagem, está com um pijama quadriculado e na outra, está com um de bolinhas... rs,rs,rs...
Eu amei porque Jerônimo é igual a mim; na minha casa quando peço para meu pai para deitar com ele, ele me bota de novo na minha caminha e quando peço para minha mãe, me deito com ela e meu papito vai pra minha cama, rs...

E tem também uma palavrinha que eu não conhecia e fui correndo procurar o significado no dicionário: sobressalto que significa "susto causado por algo que é inesperado!"
Recomendo muito esse livro para crianças que têm medo do escuro. 

Beijinhos da Nina Krivochein!

Saiba tudo sobre o livro no site da editora:
http://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/11570/Cric-crec-pi-ploft!-.aspx

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Leitura do dia: "Clifford, o Cachorrão Vermelho", Norman Bridwell

O livro conta a história sobre um cachorrão vermelho chamado Clifford e sobre uma menina chamada Elisa. 
O livro fala sobre as coisas que eles gostam de fazer juntos e sobre as coisas que o Clifford faz. O Clifford é um ótimo cão de guarda. 
Eu gostei da parte que o Clifford está dormindo na casa gigane dele. Eu também gostei da parte que o Clifford bota uns garotos para correr.
(Nina Krivochein)


Sinopse:

Clifford, o cachorrão vermelho, é o grande amigo das crianças em processo de alfabetização. Destaque dos canais Discovery Kids e TV Cultura, a série acompanha as aventuras e brincadeiras do cachorro vermelho gigante de Emily Elizabeth, antes o menor cão de sua ninhada que, graças ao amor dela, conseguiu crescer mais do que o esperado.

Autor: Norman Bridwell

Editora Cosac Naif

 

ISBN: 978-85-863-374-54-8
PÁGINAS: 32
ANO DE EDIÇÃO: 2001
EDIÇÃO:

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