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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Resenha do filme Trolls

Olá pessoal!
Hoje estou aqui para falar de um filme pouco atual (2016): Trolls, da DreamWorks! Decidi fazer essa resenha pois só hoje parei para assistir o filme do começo ao fim!


Dois reinos distantes de criaturas distintas, os Berguens e os Trolls.
Berguens são criaturas infelizes (pelo menos são descritos assim no filme), embora eu ache que a palavra possa ser trocada por deprimentes, depressivos, tristes de se ver ou dignos de pena. Eles pensam que a única forma de se tornarem felizes é comendo um Troll!
 Já os Trolls são criaturas felizes. E eu diria: Felizes até demais! Acho que eles exageraram quando decidiram o quesito de felicidade enquanto escreviam o roteiro.
Poppy é a personagem principal e princesa que lidera os Trolls, é a mais feliz de todas, ao contrário de Branch, o único Troll que não era completamente feliz, como os outros e por isso vivia isolado. É até um bom reflexo de grande parte da sociedade em que vivemos: nada diferente se encaixa.
Um dia eles são atacados por uma Berguen que captura grande parte dos amigos de Poppy. A princesa pede ajuda a Branch e os dois partem juntos, para resgatar os seus companheiros.
Como podem notar o enredo é bastante previsível! Vão encontrar os amigos, derrotar os vilões e o filme acaba com todos felizes novamente! E realmente é isso que acontece!
O filme não deixa de ser divertido, com personagens fofinhos e piadas, mas o melhor elemento presente no filme, com toda certeza são as músicas. Houve algumas adaptações de músicas “antigas” para o filme, algo que achei uma ideia bem interessante!
Infelizmente não pude deixar de ver muitos pontos negativos (além do enredo) enquanto assistia!
Um deles é a caracterização dos Berguens. São quase todos gordos, com dentes estragados e narizes enormes. Posso parecer chata, mas não acho que só por não serem “perfeitos” eles têm que ser os seres ruins, odiados e vilões da história! É raríssimo encontrar um filme onde os heróis tenham essa caracterização e os vilões sejam “perfeitos”!


O último ponto negativo é o pior de todos: o vilão morre no fim!
Embora a morte não fique explícita, é impossível que sendo jogada de cima de uma escadaria, de costas e presa em um caldeirão fervendo ela saia viva. A solução fraca desmoralizou totalmente o filme inteiro! Desde o início os Trolls lutam contra a morte! Mas no fim ninguém parece se importar com a morte de outra pessoa!   
Não acho que seja um filme incrível a ponto de indica-lo. Acho que quem ainda não viu não está perdendo muito!


domingo, 12 de agosto de 2018

A Bailarina.


Olá!
Hoje estou aqui para falar do filme “Baillerina”, que assisti recentemente!



A história se passa em 1869, a torre Eiffel ainda estava em construção!
O filme começa com a introdução dos personagens principais, Félicie e Victor.  
Félicie é uma garota que sonha em ser uma bailarina. Já seu melhor amigo sonha em ser um inventor famoso.
Eles decidem realizar seus sonhos, começando por fugir do orfanato e entrando furtivamente em um trem.
Chegam a Paris pela manhã, mas Victor se perde de Félicie.
A menina caminha pela cidade e, quando anoitece, ela encontra a Ópera de Paris.
Após entrar (e ser expulsa) ela conhece Odette, uma ex-bailarina que se vê relativamente disposta a cuidar de Félicie, desde que a criança ajude-a com a limpeza da casa de sua patroa.
Durante a limpeza, Felicie conhece Camille, a filha da patroa de Odette.
Camille é uma menina rude, malcriada e bastante talentosa para a dança. Ela está esperando sua carta para começar as aulas de ballet, na ópera.
Quando esta carta chega quem a recebe é Félicie. Ela decide se fazer passar por Camille e ir para às aulas na Ópera de Paris.
O professor de ballet é extremamente rigoroso com Félicie, pois ela não sabe quase nada em relação à técnica, porém tem a “energia de uma bala” (palavras do professor).
Odette começa a treiná-la para que ela possa ir às audições para dançar “O Quebra-Nozes” com uma bailarina profissional.
Victor, por sua vez, conheceu Gustave Eiffel (construtor da torre Eiffel) e trabalha para ele em um pequeno quarto, onde faz suas próprias invenções.   
Depois de um tempo Camille e sua mãe descobrem que Félicie está fingindo ser outra pessoa para participar das aulas.
O professor fica bastante desapontado, mas não expulsa Félicie porque tem talento para vencer nas audições.
Na véspera da audição Félicie não treinou e brigou com Odette e com Victor. Então acabou por fazer a audição cansada, perdendo para Camille.
Vou parar aqui para não dar mais spoilers…  
Algo que não gostei muito foi o fato do roteiro e a mensagem principal do filme serem previsíveis: “Siga sempre seus sonhos, pois eles podem se realizar”. 
Acho que muitas coisas no filme poderiam ser diferentes, por exemplo a fuga do orfanato. Isso acontece em muitos outros filmes, tornando-se algo esperado.
Outra coisa que não gostei foi Félicie ter roubado a carta de Camille. Antes dessa cena ela tinha sido introduzida como uma personagem honesta e trabalhadora, acho que não fez tanto sentido por conta de sua caracterização anterior.
Não achei o filme muito interessante. Não tem muito conteúdo e tem mensagens previsíveis!

Trailer: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-232143/trailer-19551438/?jwsource=cl




sexta-feira, 27 de março de 2015

Nina indica o filme Cinderela




Olá pessoal, 

hoje eu farei a resenha de um novo filme, que na minha opinião é o melhor remake de contos de fada que eu já vi, Cinderela! Eu realmente, ADOREI, AMEI, ME APAIXONEI E TUDO QUE TERMINAR COM “EI’’ (menos odiei ou detestei ou qualquer outra coisa má)!!! 

Vocês devem estar pensando que contos de fadas são todos iguais com remake ou sem, não que eu também não ache chato a parte “e viveram felizes para sempre’’, sei que todos acham que é assim e pronto, mas não é, tudo tem seus desafios e seus lados bons.

Acho que as crianças acreditam demais nisso e quando percebem que não é bem assim acabam se decepcionando! Acho que quem não gosta de remakes e diz que não quer ver Cinderela pois já sabe de cor estão perdendo um filme otimamente, ótimo (desculpem a redundância)!

E o mais impressionante é que desde que eu era pequena, assistia às animações (Cinderela I, Cinderela II e Cinderela III). Mas o mais legal é esse que é com pessoas de verdade, ou melhor, não é animação. No total já vi quatro versões!

A coisa mais imperdível nesse filme é a parte da transformação e da “destransformação”, porque nessa hora é, totalmente, mágica! Eu iria amar estar no lugar da atriz fazendo essa cena!

E uma coisa super diferente é que na hora de transformar a abóbora em carruagem, a fada madrinha explode a hortinha da Cinderela, e o vestido dela é muito mais interessante e bonito!

Curiosidades:

- Antes de começar o filme Cinderela, passou o novo trailer de Frozen, Febre Congelante! Eu achei muito divertido!

- No filme da Cinderela, os produtores fizeram suas irmãs iguaizinhas à animação, e a Cinderela ficou muito mais bonita!

- Durante o filme, eu me lembrei muito da minha amiga Suzana Cordovil, a Cinderela de Entremundos - Musical Infantil!, a peça que está em cartaz no teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro! 



O que eu mais gostei:

- Foi da parte que a fada madrinha aparece. Não que eu não tenha gostado do começo; mas achei muito sofrimento!

- Também, amei a hora da transformação e da "destranformação" da Cinderela, só por essa parte já vale ver o filme na telona!

Eu indico:

- Sim, e muito, para quem gosta de algo envolvente e criativo!



Sinopse:

A história de Cinderela segue a vida da jovem Ella (Lily James), cujo pai comerciante casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta (Cate Blanchett) e suas filhas, Anastasia (Holliday Grainger) e Drisella (Sophie McShera), na casa da família. Mas quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa. Relegada à posição de empregada da família, a jovem sempre coberta de cinzas, que passou a ser chamada de Cinderela, bem que poderia ter começado a perder a esperança. Mas, apesar da crueldade a que fora submetida, Ella está determinada a honrar as palavras de sua falecida mãe e `ter coragem de ser gentil´. Ela não cederá ao desespero nem aos que a maltratam. E depois tem o belo estranho que ela conhece na floresta. Sem saber que, na verdade, trata-se de um príncipe, não um mero aprendiz do Palácio, Ella finalmente sente que encontrou uma boa alma. Parece que sua sorte está prestes a mudar quando o Palácio envia um convite aberto a todas as donzelas do reino para ir a um baile, aumentando as esperanças de Ella de encontrar novamente o encantador Kit (Richard Madden). Infelizmente, sua madrasta a proíbe de ir ao baile e, impiedosamente, rasga seu vestido. Mas, como em todo bom conto de fadas, surge ajuda, e uma gentil mendiga (Helena Bonham-Carter) aparece e – armada com uma abóbora e alguns ratinhos – muda a vida de Cinderela para sempre. 

Elenco
Lily James, Helena Bonham-Carter, Cate Blanchett, Richard Madden, Stellan Skarsgård, Richard Madden, Sophie McShera , Holliday Grainger, Derek Jacobi, Nonso Anozie 

Roteiro
Chris Weitz 

Produção Executiva

Tim Lewis, Barry H. Waldman

Produção
Simon Kinberg, Allison Shearmur, David Barron 



Direção
Kenneth Branagh


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